DF é o número 1 em uso de cannabis medicinal no Brasil

Saiu hoje, dia 06 de dezembro de 2021, uma matéria no Correio Braziliense falando que o Distrito Federal tem o maior número de pacientes do Brasil autorizados pela ANVISA para importar produtos derivados do CBD (Canabidiol) para uso medicinal. Em novembro de 2021, a ANVISA adotou mais uma medida para agilizar a importação de produtos à base de cannabis por pessoa física. A aprovação, que antes era de 30 (trinta) dias, passa a ser automática desde que, o paciente deseje importar algum dos produtos da lista predefinida pela ANVISA.

Saiu hoje, dia 06 de dezembro de 2021, uma matéria no Correio Braziliense falando que o Distrito Federal tem o maior número de pacientes do Brasil autorizados pela ANVISA para importar produtos derivados do CBD (Canabidiol) para uso medicinal.

A cada 100 mil habitantes, o Distrito Federal tem 35 com autorização da ANVISA para importar produtos derivados de cannabis para uso medicinal! No Brasil, essa taxa cai para 9 em cada 100 mil habitantes. Esses dados são da BRCann (Associação Brasileira das Indústrias de Canabinoides).

Autorizações para importação de produtos de cannabis medicinal cresce mais de 1.800% nos últimos 6 anos

Segundo dados da ANVISA, nos últimos três anos (2019, 2020 e 2021), foram realizadas mais de 46 mil solicitações por pacientes buscando autorização para uso de cannabis medicinal. E, apesar de mais de 50% serem produtos em forma de óleo ou tintura, também existem pedidos para produtos em outras formas: cápsula gelatina mole, creme, goma, spray, loção, gel, pomada, líquido para vaporizador, adesivo e produtos para uso veterinário.

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Em novembro de 2021, a ANVISA adotou mais uma medida para agilizar a importação de produtos à base de cannabis por pessoa física. A aprovação, que antes era de 30 (trinta) dias, passa a ser automática desde que, o paciente deseje importar algum dos produtos da lista predefinida pela ANVISA.

Importante lembrar que, para acessar a autorização de importação, o paciente precisa apresentar a prescrição original emitida por profissional legalmente habilitado, com o nome do paciente, nome do produto, quantitativo importado, posologia, data, assinatura e número do registro do prescritor em seu conselho de classe.

Mas por que o Distrito Federal está tão na frente nessa “corrida pelo verde”? Provavelmente, pelo acesso à informação, proximidade geográfica da agência reguladora nacional e, claro, ao fortalecimento do ecossistema de #usuárioslivres.

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